Dr. Eduardo Jorgens | Cirurgia Digestiva Avançada | Novo Hamburgo RS
Novo Hamburgo & São Leopoldo · RS

Cirurgia Digestiva
Avançada com
precisão e cuidado

Especialista em cirurgia geral e cirurgia do aparelho digestivo — hérnias (umbilicais, inguinais, recidivadas, incisionais, ventrais), refluxo gastroesofágico, retirada da vesícula biliar e cirurgia bariátrica — por videolaparoscopia e robótica.

UFRGS Graduação · 2004
CBC · CBCD Membro Titular
5,0 ★ 185 avaliações
Dr. Eduardo Jorgens — Cirurgião do Aparelho Digestivo
Cirurgia Robótica Pós-grad. Santa Casa · La Salle
CRM/RS 29002 · RQE 35519 · RQE 41641
UFRGS · Santa Casa de Porto Alegre
Títulos AMB — Cirurgia Geral (2021) e Digestivo (2025)
Videolaparoscopia e Cirurgia Robótica
Dr. Eduardo Jorgens — Jaleco
CRM/RS 29002

Formação sólida.
Tecnologia avançada.

O Dr. Eduardo Jorgens é médico especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo, com mais de 20 anos de atuação. Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), realizou residências médicas no Hospital de Clínicas de Passo Fundo e na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, e pós-graduação em Cirurgia Robótica pela Santa Casa de Porto Alegre em parceria com a Universidade La Salle.

Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD) e membro da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH), alia rigor técnico-científico a um atendimento personalizado e humanizado.

Graduação

Medicina — UFRGSUniversidade Federal do Rio Grande do Sul · 2004

Residência Médica

Cirurgia Geral — Hospital de Clínicas de Passo Fundo2005–2007

Residência Médica

Cirurgia do Aparelho Digestivo — Santa Casa de Porto Alegre2021–2023

Pós-Graduação

Cirurgia Robótica — Santa Casa de POA / Universidade La Salle2022–2023

Título de Especialista em Cirurgia Geral — AMB (2021)
Título de Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo — AMB (2025)
Membro Titular do CBC — Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Membro Titular do CBCD — Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Membro da SBH — Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal
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Especialidades
Cirúrgicas

Tratamento cirúrgico completo com técnicas minimamente invasivas — menor dor, internação reduzida e recuperação mais segura e eficiente.

Hérnias da Parede Abdominal

Correção de hérnias inguinais, umbilicais e ventrais por videolaparoscopia e robótica. Menor taxa de recidiva e retorno mais rápido às atividades cotidianas.

Refluxo Gastroesofágico

Fundoplicatura de Nissen por videolaparoscopia para tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Alívio duradouro com excelente taxa de sucesso.

Vesícula Biliar

Colecistectomia laparoscópica para remoção da vesícula com cálculos e doenças das vias biliares. Procedimento seguro, com alta hospitalar precoce na maioria dos casos.

Cirurgia Robótica

Abordagem minimamente invasiva com plataforma robótica — maior precisão, visão 3D ampliada, incisões menores e recuperação mais rápida. Disponível para cirurgia bariátrica, hérnia e procedimentos digestivos.

Cirurgia Bariátrica

Tratamento cirúrgico da obesidade e das doenças metabólicas associadas, por videolaparoscopia ou robótica. A indicação da técnica é individualizada conforme avaliação clínica, seguindo os critérios atualizados do CFM. Acompanhamento pré e pós-operatório completo.

Acalásia Esofágica

Miotomia de Heller laparoscópica para tratamento cirúrgico da acalásia — disfagia, dor ao engolir e regurgitação. Resultado efetivo com técnica minimamente invasiva.

Cirurgia de Hérnia
em Novo Hamburgo e São Leopoldo

A hérnia abdominal ocorre quando um órgão ou tecido interno passa por um ponto de fraqueza na parede muscular do abdômen, formando uma protuberância visível ou palpável. É uma condição comum, que não regride sozinha e tende a aumentar com o tempo — o tratamento cirúrgico é a forma indicada de correção.

Sintomas que costumam levar à consulta
Caroço ou abaulamento visível na virilha, umbigo ou em cicatriz de cirurgia anterior
Desconforto ou dor local, principalmente ao fazer esforço, tossir ou levantar peso
Sensação de peso ou pressão na região
Aumento do volume ao ficar em pé, que reduz ao deitar
Tipos tratados
Hérnia inguinal (a mais comum, na virilha)
Hérnia umbilical
Hérnia incisional (em cicatriz de cirurgia anterior)
Hérnia ventral
Avaliar minha hérnia
Técnica Cirúrgica

Correção por videolaparoscopia ou cirurgia robótica, com uso de tela quando indicado. As técnicas minimamente invasivas permitem menor dor pós-operatória, menor taxa de recidiva e retorno mais rápido às atividades, quando comparadas à cirurgia aberta tradicional.

Recuperação

A maioria dos pacientes recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Retorno a atividades leves em poucos dias; liberação para esforço físico segue orientação individualizada.

Toda hérnia precisa de cirurgia? +
Hérnias sintomáticas ou que aumentam de tamanho geralmente têm indicação cirúrgica, já que não regridem espontaneamente. A avaliação clínica individual define o melhor momento.
A hérnia pode voltar depois da cirurgia? +
A taxa de recidiva é baixa com as técnicas atuais (tela, quando indicada, e abordagem minimamente invasiva), mas nenhuma cirurgia tem garantia absoluta — o acompanhamento pós-operatório ajuda a reduzir esse risco.
Hérnia pode ser perigosa se eu não operar? +
Em alguns casos, o conteúdo herniado pode ficar preso (encarceramento) e exigir atendimento de urgência. Por isso a avaliação médica não deve ser adiada.

Tratamento Cirúrgico
do Refluxo (DRGE)

A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) ocorre quando o conteúdo do estômago retorna ao esôfago de forma repetida, causando sintomas como azia e queimação. Quando o tratamento clínico com medicação não é suficiente ou não é desejado a longo prazo, a cirurgia é uma opção eficaz para o controle da doença.

Sintomas comuns
Azia e queimação, principalmente após as refeições ou ao deitar
Regurgitação ácida
Sensação de queimação atrás do esterno
Tosse crônica ou rouquidão associadas ao refluxo
Dificuldade para engolir em casos mais avançados
Quando considerar a cirurgia

Pacientes com sintomas persistentes apesar do uso de medicação, que preferem não depender de remédio de forma contínua, ou que apresentam hérnia de hiato associada, podem se beneficiar da avaliação cirúrgica.

Avaliar meu refluxo
Técnica Cirúrgica

Fundoplicatura de Nissen por videolaparoscopia — procedimento padrão-ouro para o tratamento cirúrgico da DRGE, que reforça a válvula entre o esôfago e o estômago para reduzir o refluxo. Quando há hérnia de hiato associada, ela é corrigida no mesmo procedimento.

Recuperação

Procedimento minimamente invasivo, com internação geralmente curta (1 a 2 dias) e retorno progressivo à dieta normal e às atividades cotidianas nas semanas seguintes, conforme orientação médica.

Refluxo tem tratamento cirúrgico definitivo? +
A Fundoplicatura de Nissen trata a causa mecânica do refluxo (a válvula esofágica insuficiente) e tem excelente taxa de sucesso em seguimento de longo prazo, mas como qualquer cirurgia, resultados variam por caso — a avaliação individual é o que define a indicação.
Preciso operar assim que sinto azia? +
Não necessariamente. A cirurgia costuma ser indicada quando o tratamento clínico não controla bem os sintomas ou quando o paciente prefere não usar medicação continuamente. Uma consulta ajuda a definir o melhor caminho.
Qual a diferença entre hérnia de hiato e refluxo? +
São condições relacionadas, mas distintas: a hérnia de hiato é um problema estrutural (parte do estômago desloca-se para o tórax) que frequentemente contribui para o refluxo. Muitas vezes as duas são tratadas na mesma cirurgia.

Cirurgia de Vesícula
(Colecistectomia)

A colecistectomia é a cirurgia de remoção da vesícula biliar, indicada principalmente em casos de cálculos biliares (pedras na vesícula) sintomáticos ou de inflamação da vesícula (colecistite). É um dos procedimentos mais realizados na cirurgia digestiva, com técnica bem estabelecida e segura.

Sintomas que costumam levar à consulta
Dor no lado superior direito do abdômen, especialmente após refeições gordurosas
Dor que pode irradiar para as costas ou ombro direito
Náuseas e enjoo após comer
Episódios de dor em cólica (cólica biliar)
Em casos de inflamação: febre e dor mais intensa e constante
Avaliar minha vesícula
Quando a cirurgia é indicada

Cálculos biliares sintomáticos, colecistite (inflamação da vesícula), pólipos de vesícula com características de risco, ou episódios recorrentes de cólica biliar são as principais indicações para a colecistectomia.

Técnica e Recuperação

Colecistectomia por videolaparoscopia — procedimento minimamente invasivo com pequenas incisões, menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida. Alta geralmente no mesmo dia ou no dia seguinte; retorno a atividades leves em poucos dias.

Preciso operar assim que descubro pedra na vesícula? +
Nem sempre. Cálculos sem sintomas às vezes apenas são acompanhados. Já cálculos sintomáticos (dor, cólica) ou com complicações costumam ter indicação cirúrgica — a avaliação individual define a conduta.
É possível viver sem vesícula? +
Sim. A vesícula armazena a bile, mas o fígado continua produzindo-a normalmente após a cirurgia. A maioria dos pacientes não percebe diferença significativa na digestão a médio e longo prazo.
A cirurgia de vesícula deixa cicatriz grande? +
Na videolaparoscopia, as incisões são pequenas (geralmente 4), o que reduz o impacto estético e contribui para uma recuperação mais confortável em comparação à técnica aberta.

Cirurgia Robótica
Estado da Arte

Pós-graduação específica em cirurgia robótica do aparelho digestivo pela Santa Casa de Porto Alegre. Mais precisão e mais segurança para o seu procedimento.

Redução significativa do sangramento intraoperatório
24h
Alta hospitalar precoce em grande parte dos procedimentos robóticos
3D
Visão amplificada com profundidade de campo real
Menor dor pós-operatória e retorno mais precoce às atividades
Avaliar meu caso
Dr. Eduardo Jorgens — Centro Cirúrgico
Centro Cirúrgico Cirurgia robótica e videolaparoscópica

Onde Atendemos

Consultas e procedimentos em Novo Hamburgo e São Leopoldo, com agendamento facilitado por WhatsApp.

Novo Hamburgo

Consultório principal

Av. Dr. Maurício Cardoso, 833 — Sala 505
Hamburgo Velho, Novo Hamburgo — RS
CEP 93510-250
(51) 9199-9640
★★★★★ 5,0 · 185 avaliações no Google

São Leopoldo

Clínica Presser

R. Marquês do Herval, 1236 — Sala 1003
Centro, São Leopoldo — RS
CEP 93020-190
(51) 3037-1060
(51) 9930-1921
Clínica Presser — São Leopoldo

Tire suas
dúvidas

Respondemos as perguntas mais comuns sobre os procedimentos antes mesmo da primeira consulta.

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Quem é candidato à cirurgia bariátrica? +
A indicação depende de avaliação clínica individual. Em geral, são candidatos pacientes com IMC acima de 35 kg/m² associado a comorbidades (diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono, etc.) ou IMC acima de 40 kg/m². A resolução do CFM de 2025 ampliou os critérios metabólicos. Uma consulta com o Dr. Eduardo é o primeiro passo para avaliar seu caso de forma completa.
Qual a diferença entre cirurgia robótica e laparoscópica? +
Ambas são minimamente invasivas. A cirurgia robótica oferece maior precisão cirúrgica por meio de instrumentos articulados, visão 3D ampliada e tremor filtrado — resultando em menos sangramento e maior controle em espaços anatômicos restritos. A videolaparoscópica é igualmente segura e eficaz para a maioria dos procedimentos. O Dr. Eduardo indica a melhor abordagem para cada caso.
Quanto tempo leva a recuperação da cirurgia bariátrica? +
Com a abordagem minimamente invasiva (videolaparoscópica ou robótica), a maioria dos pacientes recebe alta em 24 a 48 horas. O retorno a atividades leves ocorre em 7 a 10 dias e às atividades completas em 3 a 4 semanas. O Dr. Eduardo acompanha pessoalmente todo o pós-operatório.
O plano de saúde cobre a cirurgia bariátrica? +
Na maioria dos planos de saúde, a cirurgia bariátrica possui cobertura obrigatória para pacientes que atendam aos critérios da ANS. Nossa equipe orienta todo o processo de documentação e autorização junto ao convênio. Também realizamos cirurgias particulares — entre em contato para uma avaliação personalizada.
O refluxo gastroesofágico tem tratamento cirúrgico? +
Sim. A Fundoplicatura de Nissen por videolaparoscopia é o procedimento padrão-ouro para o tratamento cirúrgico da DRGE. Consiste em reforçar a válvula gastroesofágica, impedindo o refluxo ácido. Tratamento eficaz e duradouro, com excelentes resultados em seguimento de longo prazo.
O que é a acalásia e qual o tratamento? +
A acalásia é uma doença do esôfago que impede o relaxamento adequado do esfíncter esofágico inferior, causando dificuldade para engolir, dor e regurgitação. O tratamento cirúrgico por Miotomia de Heller laparoscópica é altamente eficaz e proporciona melhora significativa dos sintomas com recuperação rápida.

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